O Guilherme é lindo!
Acho que uma das coisas mais comuns nesse mundo é a mãe achar o filho lindo e eu estava refletindo sobre isso. O Guilherme não é a cópia fiel de ninguém da família... Ele é uma mistura deliciosa de mãe, pai, avôs, avós e em alguns casos dá para identificar até mais longe. O fato é que vejo nesse pequeno ser aqueles que desde que nasci me ensinaram o que é o amor. Quando eu era bebê minha referência de amor era os olhares, sorrisos e risadas que hoje vejo no Guilherme.
Mas entendo que essa herança vai além da genética... O Guilherme é a simpatia em pessoa! Eu não sei como era quando bebê, mas na infância e adolescência certamente a simpatia não era uma virtude que se destacava em mim. Aos poucos fui percebendo a importância dela para a vida e aprendi a cultivá-la. Foi um aprendizado de anos e que contou com a colaboração de muitos amigos. Sei a importância da simpatia para cultivar amizades e o valor da amizade para a vida, por isso queria muito que o Guilherme possuísse essa virtude.
Eu não sei se os sorrisos que dou para o Guilherme são resposta aos dele ou se os dele são respostas aos meus, mas certamente é nessa troca de sorrisos que o Gui viu a simpatia pela primeira vez. E se eu aprendi a sorrir com as pessoas com quem convivi, sejam amigos ou parentes, a simpatia dele é a herança que as pessoas que me querem bem deram ao meu filho.
Meu filho é o melhor de minha vida. Cada vez que convido uma pessoa querida para conhecê-lo tem um pouco de querer me exibir, mas mais que isso é para oferecer a quem quero bem o melhor que há em mim e agradecer cada porção de felicidade que essa pessoa me ofereceu.
Hoje a felicidade de meu filho depende da minha capacidade de ser feliz. O Gui recebe de herança o bem que cada um me ofereceu, até poder com esses elementos construir a felicidade dele.
A beleza do amor
Mas entendo que essa herança vai além da genética... O Guilherme é a simpatia em pessoa! Eu não sei como era quando bebê, mas na infância e adolescência certamente a simpatia não era uma virtude que se destacava em mim. Aos poucos fui percebendo a importância dela para a vida e aprendi a cultivá-la. Foi um aprendizado de anos e que contou com a colaboração de muitos amigos. Sei a importância da simpatia para cultivar amizades e o valor da amizade para a vida, por isso queria muito que o Guilherme possuísse essa virtude.
Eu não sei se os sorrisos que dou para o Guilherme são resposta aos dele ou se os dele são respostas aos meus, mas certamente é nessa troca de sorrisos que o Gui viu a simpatia pela primeira vez. E se eu aprendi a sorrir com as pessoas com quem convivi, sejam amigos ou parentes, a simpatia dele é a herança que as pessoas que me querem bem deram ao meu filho.
Meu filho é o melhor de minha vida. Cada vez que convido uma pessoa querida para conhecê-lo tem um pouco de querer me exibir, mas mais que isso é para oferecer a quem quero bem o melhor que há em mim e agradecer cada porção de felicidade que essa pessoa me ofereceu.
Hoje a felicidade de meu filho depende da minha capacidade de ser feliz. O Gui recebe de herança o bem que cada um me ofereceu, até poder com esses elementos construir a felicidade dele.
Debby, tenho sempre acompanhado suas postagens por aqui... Generosidade sua dar a oportunidade, a quem está longe, de poder participar um pouco da vida dessa família. Certamente você está ampliando sua vida na vida daqueles que a leem.
ResponderExcluirE quantas reflexões nesses poucos parágrafos de hoje, hein? Consinto muito com essa responsabilidade dos pais. É cada vez mais claro para mim, frente a meu papel de pai, que não posso dar aquilo que não tenho. Se isso antes fosse tão claro para mim como é hoje, com certeza teria tratado de enriquecer mais minha herança. Mas é tempo ainda, e sigo lutando!
Abraços fortes e afetuosos para todos vocês!
Gustavo.